segunda-feira, 9 de março de 2026

Segunda-feira, 9 de Março (14h00)


CopyRight Eumetsat 2026

Intrusão de um núcleo de ar frio sobre a parte ocidental da Península Ibérica; instabilidade em Portugal Continental, com períodos de céu muito nublado e ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas dispersas. Possibilidade de queda de granizo; neve nas terras altas do interior. Descida significativa da temperatura do ar. 


domingo, 8 de março de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Situação sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de superfície  prevista para

Segunda-feira, 9 de Março de 2026_12h00

Fonte: Met Office

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O estado do tempo em Portugal Continental estará amanhã condicionado pela passagem de uma superfície frontal fria que atravessará o território do continente ao longo do dia, progredindo do litoral para o interior; posteriormente teremos a presença de um núcleo de ar muito frio em altitude deslocando-se sobre o território de Portugal Continental, procedente de noroeste e deslocando-se para sueste.

Esta situação sinóptica favorecerá a ocorrência de instabilidade sobre Portugal Continental, com períodos de chuva a progredirem do litoral para o interior e de norte para sul; com a descida de temperatura ao longo do dia haverá a ocorrência de queda de neve nas regiões montanhosas do interior.

 

sexta-feira, 6 de março de 2026

Neve pinta de branco a Serra de Montemuro (Cinfães)

 

 

A descida das temperaturas e a precipitação registadas esta sexta-feira, 6 de março, trouxeram de volta os cenários de inverno às terras altas do concelho. A Serra de Montemuro amanheceu coberta por um manto de neve. O agravamento das condições meteorológicas, acompanhado pela descida da cota de neve prevista para a região Norte, transformou a paisagem natural de Cinfães, devolvendo-lhe os tons brancos característicos dos dias mais frios do ano. Os registos fotográficos que ilustram este cenário de inverno nas elevações do concelho foram captados pela objetiva de Aurélio Vieira.
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Fonte: Jornal A Verdade

quinta-feira, 5 de março de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo frio com neve



A presença de um centro de baixas pressões no leste da Península Ibérica favorece a descida em latitude de uma massa de ar húmida e muito fria, procedente do extremo norte do Atlântico; esta situação irá favorecer uma descida acentuada da temperatura do ar no território de Portugal Continental e a queda de neve generalizada nas regiões montanhosas do interior norte e centro ao longo desta noite e início da manhã de sexta-feira, dia seis de Março.

Espera-se também que o vento se torne moderado a forte, com rajadas do quadrante norte, em especial no litoral oeste e terras altas; a ondulação será também muito forte no litoral oeste.

 

terça-feira, 3 de março de 2026

Depressão cobre de neve as terras altas da Madeira


CopyRight @ RTP Notícias

MADEIRA: Neve ‘pinta de branco’ regiões montanhosas

As regiões montanhosas da ilha da Madeira acordaram esta terça-feira, dia 3, cobertas por um manto branco, na sequência da queda de neve registada durante a madrugada. No Pico do Areeiro, a estação meteorológica situada à maior altitude na Região registou uma mínima extrema de -2,9 ºC pelas 05h00. Ao amanhecer, a temperatura instantânea do ar era de -1,7 ºC.
A ocorrência de precipitação, que nos pontos mais altos assumiu a forma de neve, contribuiu para a acumulação. Desde a meia-noite, a estação do Pico do Areeiro contabiliza um acumulado de 22,5 milímetros, com um máximo horário de 10,3 milímetros por hora no início da madrugada.
No Chão do Areeiro, os termómetros desceram aos -1,2 ºC, mantendo-se ainda negativos às 08h00, com -0,2 ºC. Segundo a rede de estações meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera no arquipélago, a mínima mais elevada foi de 12,7 ºC, registada no Porto Moniz às 07h10. No Funchal/Observatório, a temperatura desceu aos 10,9 ºC pelas 02h30, naquela que foi a noite mais fria deste Outono/Inverno.
Não sendo inédito, é pouco frequente a emissão de aviso meteorológico para queda de neve na Madeira. O aviso do Instituto Português do Mar e da Atmosfera mantém-se em vigor até às 18h00. Face à previsão de neve acima dos 1.500 metros de altitude, com possibilidade de acumulação até 10 centímetros, são expectáveis perturbações associadas à formação de gelo e acumulação nas vias, podendo verificar-se estradas condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores e constrangimentos nos abastecimentos locais.
Orlando Drumond
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Fonte: dnoticias

segunda-feira, 2 de março de 2026

GRANDE LISBOA/PENÍNSULA DE SETÚBAL: Instabilidade convectiva

Intensidade da precipitação às 16h30
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Fonte: IPMA
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Tarde com instabilidade convectiva, originando aguaceiros e trovoadas sobre a Península de Setúbal e a Grande Lisboa; instabilidade deslocando-se de sul para norte.


sábado, 28 de fevereiro de 2026

Sábado, 28 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Ponta do Sol/Lugar de Baixo (Madeira): 16,5 ºC
Cabo Raso: 12,0 ºC
Barreiro (Lavradio): 11,3 ºC
Lisboa (Geofísico): 10,5 ºC
Cabo da Roca: 10,4 ºC
Portimão (Praia da Rocha): 10,3 ºC
Tavira: 9,9 ºC
Sagres: 9,9 ºC
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Miranda do Douro: 0,2 ºC
Oliveira do Hospital (CIM):
- 0,6 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe):
- 0,8 ºC
Bragança:
- 0,9 ºC
Penalva do Castelo (CIM):
- 0,9 ºC
Bragança (Aeródromo):
- 1,5 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Quinta-feira, 26 de Fevereiro (15h00)

Algumas temperaturas 15h00

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Alvega: 23,7 ºC

Aljezur: 23,7 ºC

Coruche: 23,1 ºC

Mora: 22,9 ºC

Alvalade: 22,9 ºC

Mértola (Vale Formoso): 22,9 ºC

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Aeródromo de Pedras Rubras (Porto): 14,8 ºC

São Pedro de Moel: 14,8 ºC

Cabo da Roca: 13,8 ºC

Sintra (Tapada do Mouco): 13,6 ºC

Viana do Castelo (Chafé): 12,7 ºC

Esposende (CIM): 11,8 ºC

Pico do Areeiro (Madeira): 1,9 ºC

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Fonte: IPMA 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

IPMA: Período Excecional de Precipitação

O período compreendido entre Novembro de 2025 e 15 de Fevereiro de 2026 foi excepcionalmente chuvoso em Portugal continental, situando-se entre os mais chuvosos das últimas décadas.

Ano de 2025 – O ano de 2025 foi o 3.º mais chuvoso desde 2000, com um total anual de 1064.8 mm (130% do valor normal 1991-2020) e o 5º mais quente desde que há registos, com 6 ondas de calor, incluindo uma com características excepcionais.

Novembro e Dezembro de 2025 – Foram o 3º e 7º mais chuvosos desde 2000. Regionalmente choveu 1.5 a 2.5 vezes o valor normal em vários municípios do Norte e Centro em Novembro e do Centro e Sul em Dezembro.

Janeiro de 2026 – Foi o 2º mais chuvoso desde 2000, marcado pela passagem de cinco depressões (Francis, Goreti, Ingrid, Joseph e Kristin). Em grande parte das regiões Centro e Sul os valores mensais situaram-se entre 250% e 350% do normal. A maior rajada registada nas estações de superfície atingiu 177.8 km/h em Monte Real/Base Aérea.

Fevereiro de 2026 (1 a 15) – Os primeiros 15 dias de Fevereiro já fazem deste mês o mais chuvoso dos últimos 47 anos e o 10º mais chuvoso desde 1931, com um total acumulado de 223,5 mm (304% do normal, ou seja, cerca de 3 vezes superior ao valor médio de referência 1991-2020). Grande parte do território já regista valores entre 300% e 400% (3 a 4 vezes) do valor normal 1991-2020, sendo mesmo superior a 500% (ou seja, cinco vezes) nas localidades de Mora, Lavradio e Alvalade do Sado.

Novembro 2025 a 15 de Fevereiro 2026 – Entre Novembro e 15 de Fevereiro, o total acumulado foi de 819.2 mm, correspondendo ao dobro do valor médio, sendo o 7º valor mais elevado desde 1931. Mais de metade dos distritos já atingiu ou ultrapassou o valor médio anual de precipitação. Em Faro, o total acumulado já supera o valor médio de um ano completo.

Situação hidrológica – O acumulado desde 1 de Outubro de 2025 (início do ano hidrológico) até 15 de Fevereiro de 2026 é de 905.6 mm, correspondendo a 1.8 vezes o valor médio e superando o ano hidrológico de 2000/01, até agora referência dos últimos 25 anos. Verifica-se ainda uma situação generalizada de saturação dos solos, com casos de sobressaturação no Norte e Centro, aumentando o risco de inundações e instabilidade de vertentes.

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Fonte: IPMA

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Terça-feira, 24 de Fevereiro (17h00)

Imagem de satélite às 17h00
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Fonte: SAT24

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Aproximação de superfície frontal ao litoral oeste de Portugal Continental. Instabilidade a partir desta noite, progredindo do litoral para o interior.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Consequências das tempestades. Centenas de estradas continuam cortadas


CopyRight @ RTP Notícias

Segunda-feira, 23 de Fevereiro (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00

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Coimbra (Bencata): 24,8 ºC

Alvalade – 24,1 ºC

Leiria (Aeródromo): 24,0 ºC

Anadia: 23,9 ºC

Castro Verde (N. Corvo): 23,9 ºC

Aeródromo de Mortágua (CIM): 23,8 ºC

Lousã (Aeródromo): 23,8 ºC

Alcochete (Campo Tiro): 23,8 ºC

Reguengos (São Pedro do Corval) – 23,8 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha): 23,8 ºC

Aljezur: 23,8 ºC

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Montalegre: 16,8 ºC

Guarda: 16,5 ºC

Tapada do Mouco (Sintra): 16,5 ºC

Tavira: 16,1 ºC

Portimão (Praia da Rocha): 15,9 ºC

Penhas Douradas: 15,3 ºC

Alto do Cabouco/Faial (Açores): 10,9 ºC

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Fonte: IPMA

 

IPMA: Passagem de Superfície frontal fria nos AÇORES

A aproximação e passagem de uma superfície frontal fria, associada a uma depressão a norte do Arquipélago, com actividade moderada a forte, provocará um agravamento do estado do tempo, especialmente nos Grupos Ocidental e Central, a partir de hoje.

Assim, prevê-se vento de sudoeste, rodando para noroeste, com rajadas que poderão atingir os 110 km/h nas ilhas do Grupo Ocidental e os 95 km/h nas ilhas do Grupo Central. Prevê-se também precipitação, que poderá ser por vezes FORTE e acompanhada de trovoada nas ilhas dos Grupos Ocidental e Central.

Quanto à agitação marítima, espera-se ondas de oeste, com altura significativa que poderá atingir os 10 metros no Grupo Ocidental (podendo a altura máxima atingir os 19 metros), 8 metros no Grupo Central e 7 metros no Grupo Oriental.

Devido a esta situação, encontram-se emitidos avisos, sendo os mais gravosos o aviso VERMELHO de agitação marítima para o Grupo Ocidental, LARANJA de vento para o Grupo Ocidental, aconselhando-se o acompanhamento da evolução da situação meteorológica.

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Fonte:  IPMA

 

domingo, 22 de fevereiro de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo anticiclónico

Imagem de satélite às 15h00
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Fonte: Sat24
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Tempo anticiclónico em Portugal Continental, com predomínio de céu pouco nublado ou limpo.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Sábado, 21 de Fevereiro (15h00)

Algumas temperaturas às 15h00

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Aljezur: 23,4 ºC

Portel (Oriola): 22,7 ºC

Odemira (São Teotónio): 22,7 ºC

Tomar (Valdonas): 22,0 ºC

Alcácer do Sal (Barrosinha): 21,9 ºC

Alvalade: 21,9 ºC

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Moncorvo: 14,7 ºC

Montalegre: 14,5 ºC

Cabo da Roca: 14,5 ºC

Seia (Senhora do Espinheiro): 14,4 ºC

Penhas Douradas: 14,1 ºC

Viana do Castelo: 13,5 ºC

Pico Santos de Cima/São Miguel (Açores): 11,5 ºC

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Fonte: IPMA

 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Sexta-feira, 20 de Fevereiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo da Graciosa (Açores): 16,9 ºC
Cabo da Roca: 9,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 9,8 ºC
Cabo Raso: 9,6 ºC
Lisboa/Carnide (CML): 8,6 ºC
Setúbal: 8,5ºC
Olhão (EPPO): 8,5 ºC
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Bragança: - 0,9 ºC
Lamas de Mouro(P. Ribeiro): - 1,0 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 1,1 ºC
Bragança (Aeródromo): - 1,4 ºC
Miranda do Douro: - 1,8 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 1,9 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Sismo sentido na Área Metropolitana de Lisboa

Hoje, pelas 12h14, ocorreu um sismo de magnitude local M4,1 (escala de Richter) na zona da Área Metropolitana de Lisboa, com epicentro a cerca de quatro quilómetros a Oeste de Alenquer e uma profundidade estimada de 14 quilómetros. 

Este sismo não causou danos, tendo, de acordo com a informação possível de apurar até ao momento, sido sentido com intensidade máxima IV/V na Escala de Mercalli Modificada (MM56) em diferentes localidades dos concelhos de Alenquer, Torres Vedras, Loures e Vila Franca de Xira. Foi ainda sentido com menor intensidade em diversas outras localidades da Área Metropolitana de Lisboa, sendo expectável ter sido sentido até uma distância de pelo menos 150 quilómetros.

Decorrida a primeira hora pós-sismo, tinham já sido recepcionados no IPMA, através do questionário macrossísmico online, mais de 800 testemunhos.

Cerca de dois minutos após a ocorrência do sismo, aconteceu um segundo, na mesma zona, também com uma magnitude 4.1, e com o hipocentro ligeiramente mais superficial do que o do primeiro.

Com origem próxima da zona de Alenquer, verifica-se serem estes os maiores sismos – em termos de magnitude - dos últimos nove anos. 

O IPMA está a acompanhar a situação, podendo ser emitidos novos comunicados, caso se justifique.

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Fonte: IPMA

 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Há uma "perspetiva positiva" para os próximos dias em Coimbra, mas chuva vai continuar

A situação meteorológica em Portugal parece estar a desagravar-se, depois de semanas marcadas por previsões extremas que afectaram vários distritos em todo o país. Num novo ponto de situação conduzido pelo comandante nacional da Protecção Civil, Mário Silvestre, ao final da tarde, o responsável admite haver uma “perspectiva positiva” para os próximos dias, em especial para o concelho de Coimbra, mas reforça o alerta às populações, que devem permanecer em alerta e adoptar comportamentos seguros e preventivos como têm feito nas últimas semanas.

“A manutenção dos caudais na bacia do Mondego e na barragem da Aguieira dá-nos uma perspectiva muito mais positiva relativamente à não inundação da zona baixa de Coimbra”, adiantou o comandante. Ainda assim, “a precipitação vai-se manter forte até ao final do dia de hoje embora vá diminuindo gradualmente a sua frequência e passe a regime de aguaceiros”, sublinhou.

Para sábado e domingo deverá registar-se uma “diminuição significativa” da chuva, mas o vento mantém-se forte nas terras altas, com rajadas que podem atingir entre os 80 km/h e os 100 km/h. Também se mantém a previsão de agitação marítima forte e a queda de neve nos pontos mais altos do país.

O risco de inundações mantém-se assim junto ao Mondego, devido à rotura do dique na margem direita do rio. No rio Tejo a situação é semelhante: “Os caudais afluentes provenientes de Espanha, essas barragens continuam com descargas significativas. Isso continuará a ter impacto na lezíria do Tejo, na zona ribeirinha, portanto recomenda-se os devidos cuidados nestas zonas.” Alcácer do Sal foi alvo de destaque no mais recente balanço, sendo que o desagravamento das previsões de precipitação terão “consequências positivas” no risco de cheias para a região.

A Protecção Civil voltou a reforçar as recomendações deixadas às povoações, destacando os perigos associados à circulação rodoviária e a salvaguarda dos bens e da vida dos animais como prioridade. Com base nos dados recolhidos até às 19:00 registavam-se 17.833 ocorrências, estavam destacados no terreno 60.631 operacionais e mobilizados 24.791 recursos. Segundo a E-Redes, 45 mil clientes continuam sem energia em todo o território.

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Fonte: TVI  Notícias

 

A Força Aérea filmou de cima esta parte de Portugal


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Montemor-o-Velho vive dias difíceis


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Quatrocentas pessoas foram retiradas de casa no concelho de Almada devido ao risco de derrocadas


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Cheias no Mondego: especialista alerta para construção em leitos de cheia


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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Fissuras agravam-se nas estradas enquanto linhas ferroviárias continuam encerradas


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Coimbra preparada para retirar mais 9 mil pessoas em caso de "cheia centenária"

A Câmara de Coimbra está a preparar-se para ter de retirar mais nove mil pessoas, sobretudo na zona urbana, caso o cenário de cheia centenária se confirme na sexta-feira, afirmou esta quinta-feira, a presidente do município.

Depois de já ter avançado com avisos de retiradas preventivas nos últimos dias de cerca de 3.500 pessoas em zonas mais rurais do concelho, o município prepara-se agora para a possibilidade de retirar cerca de 9.000 pessoas concentradas na malha urbana, que poderá vir a sofrer inundações, afirmou Ana Abrunhosa, em conferência de imprensa na Casa Municipal de Proteção Civil.

Segundo a autarca, caso o cenário de cheia centenária se confirme na manhã de sexta-feira, será necessário retirar pessoas de zonas urbanas do concelho, como é o caso da Baixa e do Rossio de Santa Clara.

Já durante esta noite, o município irá começar a retirada preventiva de pessoas acamadas e sem-abrigo que estejam nas zonas que estão potencialmente em risco, acrescentou.

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Fonte: SIC Notícias

 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

PORTUGAL CONTINENTAL: Tendência do estado do tempo a partir da noite de quinta-feira (noite de dia 12 para dia 13)

Carta sinóptica de Superfície prevista para

Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026_00h00
Fonte: Met Office
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A passagem de um sistema frontal sobre o território de Portugal Continental condicionará o estado do tempo no território do continente ao longo da noite de quinta para sexta-feira, com o aumento e ocorrência de precipitação, estendendo-se do litoral para o interior, podendo ser forte e acompanhada de trovoadas e queda de granizo. Neve nas terras altas.
Chamada de atenção para eventuais inundações urbanas repentinas e em leitos de cheias.

PORTUGAL CONTINENTAL: Tendência do estado do tempo para quarta-feira, dia 11

Carta sinóptica de Superfície prevista para
Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2026_12h00
Fonte: Met Office
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A passagem de superfícies frontais frias sobre o território de Portugal Continental condicionará o estado do tempo no território do continente, com o aumento e ocorrência de precipitação, estendendo-se do litoral para o interior, podendo ser forte nas regiões do norte e centro; vento moderado com rajadas fortes, em especial no litoral oeste e terras altas.

 

Terça-feira, 10 de Fevereiro (17h30)

Tarde de nebulosidade e precipitação moderada e constante no Litoral Oeste, Ribatejo, Beira Baixa e Alto Alentejo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Num concelho inteiro só há uma estrada "totalmente desimpedida"


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METEORED Portugal: Chuvas em Portugal: o grosso do rio atmosférico chegará na terça e quarta-feira nestas faixas horárias


Nas próximas 48 horas um novo rio atmosférico vindo das Caraíbas atingirá Portugal continental, mantendo elevado o risco de cheias e derrocadas em vários distritos. Saiba quando será o grosso da chuva na terça e quarta-feira, dias 10 e 11.
Ao longo de grande parte da presente semana o jacto polar continuará a circular na direcção de Portugal continental, sendo favorável à chegada de novas frentes ao nosso território, associadas a tempestades formadas entre a Terra Nova e as Ilhas Britânicas. Prevê-se precipitação persistente e particularmente forte na metade ocidental das Regiões Norte e Centro (grosso modo a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela).

O que é um rio atmosférico? Os rios atmosféricos são faixas estreitas e alongadas na atmosfera que funcionam como verdadeiras “auto estradas de transporte de vapor de água”, deslocando grandes quantidades de humidade desde as zonas tropicais até às latitudes médias. Quando interagem com frentes frias ou massas de ar instáveis, ganham o potencial de gerar chuva forte, eficiente e persistente.

A disposição dos centros de acção atmosférica, com um novo “comboio” de tempestades a circular no Atlântico Norte e o anticiclone dos Açores deslocado para sul, permitirá a canalização de um novo rio atmosférico até ao nosso país, cujo grosso nos atingirá entre terça e quarta-feira, dias 10 e 11 de Fevereiro. Ainda assim, este novo rio de humidade não terá a mesma magnitude que o da semana passada, mas ao “chover no molhado” contribuirá para o agravamento do risco de cheias, inundações, derrocadas e deslizamentos de terras.

A mais recente actualização do modelo Europeu intui que a parte mais activa do rio atmosférico procedente das Caraíbas afectará toda a geografia do Continente (embora com contrastes regionais). É importante salientar que ao longo de terça-feira, dia 10, o contributo do rio de humidade já será bastante significativo para a precipitação em Portugal continental, especialmente durante a manhã deste dia nas Regiões Norte e Centro e no litoral Oeste.

Além disto, perspectiva-se a possibilidade de trovoadas fortes durante a manhã e início da tarde de terça (10) em qualquer ponto da geografia do Continente entre Minho e Tejo (especialmente mais junto ao litoral), pelo que poderá atingir zonas dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa e Setúbal.

Já na quarta (11) começará por primeiramente alcançar as regiões entre os rios Mondego e Guadiana, desde as primeiras horas da madrugada, onde reforçará a chuva, tornando-a persistente e moderada ou pontualmente forte até quase ao final do dia, especialmente na faixa territorial entre Tejo e Guadiana e em particular nas zonas mais expostas aos ventos de Sudoeste.

O rio de humidade rapidamente se espalhará para outras zonas do país, como a Região Norte, esperando-se que a sua fase mais intensa nesta parte da nossa geografia ocorra entre o meio da manhã e o meio da tarde de quarta-feira (11). No Norte, e sobretudo nos distritos situados a oeste da Barreira de Condensação, prevê-se chuva persistente e pontualmente moderada. Ainda de acordo com os mapas, o Algarve será a região menos afectada pelo rio atmosférico, registando geralmente céu encoberto e chuva fraca.

Quanto ao arquipélago dos Açores prevê-se uma quarta-feira (11) de céu nublado, com boas abertas, mas também períodos de chuva ou aguaceiros. Na Madeira espera-se que o céu esteja geralmente muito nublado graças às altas pressões que estenderão a sua influência de maneira significativa sobre este arquipélago.

No Continente os rios e as barragens terão de continuar a ser monitorizados, dado que muitos deles ainda estão cheios e, mesmo que não chova tanto como nos últimos dias, os solos saturados farão com que a água mais fácil e rapidamente flua sobre a terra.

A chegada do ar tropical muito ameno e húmido ‘transatlântico’ trouxe esta segunda-feira (9) uma subida das temperaturas, sendo especialmente acentuada nas mínimas. Nos próximos dias espera-se que subam de forma gradual, ou que se mantenham, tanto máximas, como mínimas. Nesta primeira metade da semana as mínimas oscilarão entre 12 e 15 ºC, excepto no interior Norte e Centro onde os valores serão ligeiramente inferiores.

O rio atmosférico impulsionará para o nosso país uma massa de ar tropical marítima muito amena, provocando uma subida das temperaturas que registarão valores acima da média para esta época do ano.

Tendo este panorama térmico em conta, o cenário de queda de neve fica completamente descartado. O que se espera é chuva abundante, também nas principais serras do Norte e do Centro, o que elevará o risco de derretimento de alguma neve que eventualmente ainda persista nos cumes, bem como o transbordamento de cursos de água situados nestas regiões.

O vento de Oés-sudoeste intensificará numa parte significativa da geografia continental, geralmente a norte do rio Tejo, estando previstas rajadas até 70 km/h no litoral e até 90 km/h nas terras altas.

Alfredo Graça
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Fonte (tempo e imagem): Meteored Portugal

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Tragédia em Portugal: Inundações recordes da tempestade Leonardo

CopyRight @ Xtreme TV

As chuvas persistentes associadas à tempestade Leonardo continuam a afetar Portugal, mantendo os rios com níveis elevados e o risco de cheias ativo em vários distritos. Em Alcácer do Sal, o rio Sado transbordou, inundando ruas e zonas ribeirinhas, à medida que o solo saturado dificulta a estabilização. As autoridades mantêm os alertas em vigor, enquanto a Proteção Civil gere milhares de incidentes relacionados com a tempestade, incluindo inundações urbanas, queda de árvores e risco de deslizamentos de terras. As perturbações nos transportes, a operação ferroviária cautelosa e as medidas de segurança costeira mantêm-se em vigor, enquanto as faixas de chuva atlânticas continuam a chegar. Esta não é uma crise repentina, mas sim uma fase prolongada de cheias, onde a vigilância, a coordenação e a adaptação da comunidade definem a resposta de Portugal à medida que as condições evoluem a cada hora. 

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